só estou aqui pra dizer que parei. esse romantismo me enjoa..
pra que falar tanto de amor? pra ele existir não precisei escrever livros,
ele veio e se escreveu em mim.
mas agora como apagar? caneta definitiva que fez em mim seu lar.
o sol continua a nascer, o crepusculo continua a existir, o vento continua a cantar, e a chuva chora, assim como eu.
as coisas acontecem como antes, levanto, respiro, como, falo e até sorrio. o que me falta é a certeza de que seus olhos são só pra mim.
queria morar na tua cabeça, te entender. queria te abrigar nos meus pensamentos pra você me entender também.
é fato que coisa assim não se vai como a água do rio..
o certo se mistura no errado e tudo parece um só, nessas horas queria acreditar nas cartomantes.. assim seria mais facil decidir como agir.
a verdade é que ninguém é dono da verdade, a gente briga pra ser o correto e no final das contas sai perdendo do mesmo jeito. quem tem a razão quando quem manda é outro tipo de força? vai, e vai depressa. ou fica e pode morar. a escolha é minha, a escolha é sua. ou na verdade não tem escolha, já fomos escolhidos. eu pra você e você pra mim. e fim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário